Quem utiliza outro ambiente gráfico (o KDE, por exemplo) e gosta da idéia de docks pode utilizar o kxdocker.
Testei aqui e é um programa bastante leve. Porém, há algumas diferenças cruciais entre ele e os docks do Window Maker:
Quem usa Windows pode tentar os widgets do Yahoo, que seguem em parte a idéia de dockapps (além da idéia de widgets)...
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Quando a gente cria um atalho para algum programa arrastando seu ícone da forma que disse aqui um outro dia, algo estranho acontece com esse ícone. A maioria, creio, nem percebe isso, mas passam a aparecer uns pontinhos estranhos no canto inferior esquerdo do dockicon. Não é erro, trata-se de uma inteligente forma de comunicação do Window Maker.
Quando o programa não está sendo executado, aparecerão três pontos juntos, como você pode ver nos dois ícones da imagem acima. No momento em que damos um duplo clique no ícone, conforme esperado, o Window Maker vai chamar esse programa. E ele diz que o programa está sendo chamado colocando um xadrez-translúcido na frente do ícone, conforme a figura abaixo.
Quando o programa já está em execução, podemos perceber que não há mais aqueles três pontinhos no ícone. O ícone fica exatamente como antes, mas sem os pontos:

A outra variação que acontece nos pontos é de aparecer apenas um ponto e não três. Isso acontece quando escondemos a janela (hide).

São informações simples que não são necessárias para que você utilize o Window Maker, mas é interessante de uma olhada só a gente perceber que programas estão sendo executados ou não (podem estar sendo executados em outra área de trabalho).
Outro dia falei aqui sobre gerenciamento de arquivos. Há vários gerenciadores de arquivos leves. O problema maior nem é gerenciamento de arquivos, mas sim de dispositivos. É conectarmos um pendrive e termos acesso fácil a ele.
Para resolver esse problema, uma boa opção é o PCMan File Manager, já apresentado no blog. Ou o Thunar, que é mais pesado.
A solução que adoto, entretanto, é um pouco diferente...
O GNOME oferece opcionalmente um pacote chamado GNOME Volume Manager, cuja função é se integrar ao sistema e perceber quando um dispositivo é conectado ao computador. Quando isso acontece, ele pode abrir o Nautilus automaticamente no diretório onde o dispositivo foi montado. Ou então, o reprodutor de música (geralmente o Rhythmbox), se ele achar que se trata de um MP3 Player. Tudo de forma simples, sem itervenção.
Uma vez montado o dispositivo, você pode até fechar o Nautilus e continuar acessando o pendrive através dos programas: salvando textos do BrOffice.org, imagens do GIMP, etc.
Enfim chega a hora de desmontar. Aqui precisamos chamar o Nautilus, local Computador e clicar com o botão direito no dispositivo que queremos desmontar. Ou então utilizar o Gumount, um script que fiz só pra desmontar pendrive.
E é assim que me viro com pendrives: o GNOME Volume Manager (/usr/bin/gnome-volume-manager) monta os dispositivos automaticamente e o Gumount me ajuda a desmontá-los. ;-)

Você sabe que o Window Maker tem uns quadradinhos em sua interface gráfica. Alguns deles são atalhos para programas, outros são os programas propriamente.
Pode parecer estranho, mas sabe aquele quadradinho de programa com um ícone equivalente à janela que a gente abriu, que fica no canto inferior esquerdo? Bom, alguns programas simplesmente não abrem nenhuma janela e ao invés de mostrarem um ícone naquele quadrado executam um programa dentro dele. É esse tipo de programa que é conhecido como DockApp.
Trata-se de um recurso conceitualmente muito simples, mas ao mesmo tempo bonito e funcional. Os quadrados que parecem grandes demais podem se tornar relógio, monitor de memória, até um controle remoto do XMMS.
Sabe aqueles enfeites que existem na área de trabalho de alguns desktops, conhecidos como Desktop Widgets (ou bugingangas da área de trabalho, em tradução livre)? O GNOME tem os gdesklets, o KDE tem o SuperKaramba, o MacOS tem o Dashboard, o Windows Vista tem os seus próprios gadgets e mais, inclusive para outras versões do Windows, o Google Gadgets, o Yahoo! Widgets e tantos outros...
O conceito de widgets é bacana e podemos ter widgets bem úteis, como previsão do tempo, calendário, anotações, monitor de bateria para notebooks... Porém há um pequeno detalhe: geralmente temos janelas abertas e precisamos tirar todas da frente para poder ver a área de trabalho (e seus widgets).
O Window Maker tem como princípio desprezar a área de trabalho propriamente. O que serve da área de trabalho é apenas o clip e os quadrados colados nele. Os programas tipo widgets, ao invés de ficarem espalhados pela área de trabalho, são encaixados ou no clip ou no dock (o dock é mais interessante na maioria dos casos, pois está sempre visível), nos fornecendo informações úteis a todo momento. E muito antes dos widgets se tornarem famosos.
Já faz tempo que eu costumava dizer que minha área de trabalho parecia uma cabine de avião, cheia de dockapps úteis.
Usando um Dock App
Basta você executar o comando de um deles e o dockapp aparecerá na área inferior esquerda da tela. Lembra-se daquilo de arrastar um atalho para o clip ou para o dock? Então, basta arrastar o dockappe para o clip ou para o dock, do mesmo jeito. Quase do mesmo jeito, na verdade. Isso porque se trata de um programa e vocë não deve clicar diretamente no programa com o objetivo de arrastar o quadrado. Tente arrastá-lo pela borda do quadrado.
Agora que falamos um pouco sobre dockapps, já podemos, em breve, dar sugestão de dockapps interessantes. Até lá, busque no repositório da sua distribuição favorita! Os que foram feitos exclusivamente para Window Maker começam com wm (como o wmclock e o wmnet).
Até a próxima!
Ontem foi mostrado como criar um atalho no Window Maker.
Para que um programa inicie automaticamente, junto com o Window Maker, basta clicar com o botão direito no atalho criado para ele e marcar a opção Start when Window Maker is started. Ao sair do Window Maker e voltar, o programa será lançado automaticamente.
Também costumo utilizar esta janela para criar atalhos para programas que não mostram o quadradinho embaixo quando os executamos. Neste caso, o truque é executar um programa que não te interessa nem você pretende ter atalho para ele (por exemplo, poderia ser o xcalc) e criar o atalho dele. Criado o atalho, na janela de configurações do atalho, você pode simplesmente apagar a chamada do executável original e escolher o executável que você quiser. Altere Caminho da aplicação e argumentos.
Você também vai precisar desta janela ao criar um atalho para o Firefox, Thunderbird, SeaMonkey, Iceweasel ou qualquer outro programa sob tecnologia Mozilla. Isso porque, pelo menos no Debian, há dois programas sempre para cada um deles. Por exemplo, para o IceApe há o iceape e o iceape-bin. O primeiro chama o segundo, mas ao tentar criar o atalho, o comando que aparecerá vai ser o segundo. Mas aí basta editar o atalho removerndo o -bin que tudo passa a funcionar bem.

Algumas regras básicas sobre o Window Maker. Primeiro, como você pode notar na imagem acima, há três áreas onde podem aparecer esses quadradinhos. Cada uma delas tem uma função diferente.
Se você já utilizou ambientes gráficos em Unix (GNU/Linux, por exemplo), já deve estar familiarizado com o conceito de áreas de trabalho. O Window Maker, quando executado pela primeira vez na sua conta de usuário, terá apenas uma área de trabalho, mas ele permite criar outras. Na verdade, creio que utilizar várias áreas de trabalho é o primeiro passo para melhorar a produtividade em um ambiente gráfico, mas isso é minha opinião pessoal.
Voltando à interface... No canto superior direito você encontra o Dock, que é o quadrado com o logotipo do Window Maker. O Dock será sempre o mesmo em todas as áreas de trabalho, assim, todos os quadrados que estiverem colados nele aparecerão em todas as áreas. Você só pode colar verticalmente no Dock, não pode colar do lado dele. Seu papel é como o da barra de tarefas: quando você maximiza uma janela, a menos que você já tenha mexido na configuração do Window Maker, ele permanecerá visável.
No canto superior esquerdo você encontra o Clip. Note que o clip tem um número, um nome e duas setas, em diagonal. O número e o nome se referem à área de trabalho atual. As setas lhe permitem ir para outras áreas de trabalho. Você também pode colar quadrados no clip mas, diferente do Dock, o Clip é próprio de cada área de trabalho. Assim, se você cola um atalho para o BrOffice.org Writer no Clip na área de trabalho 1, ele não estará disponível na área de trabalho 2 e em nenhuma outra, só na 1. Você pode colar quadrados tanto na vertical quanto na horizontal ao redor do Clip.
É interessante você colocar os quadrados mais importantes no Dock e aqueles mais específicos no Clip.
Sempre que você executa um programa, aparece no canto inferior esquerdo um quadrado para aquele programa (a menos que você já tenha criado um atalho para ele). Esta é a função dessa área inferior esquerda.
Bom, chamei tudo de quadrado. Quadrado pra lá, pra cá... Mas isso foi por uma razão: o quadrado pode ser tanto um atalho para um programa quanto um DockApp, um programa que roda dentro do quadrado. DockApps têm função parecida com os desklets, epplets, applets, dashboards, etc, etc, que hoje estão fazendo o maior sucesso mundo afora. Mas DockApps são bem mais leves, com área limitada, sempre visíveis (se você os coloca no Dock) e existem há muito mais tempo. Outro dia a gente fala mais de Docks, ok?
Além de entender a interface, o recurso inicial do Window Maker que todo mundo deve aprender (e que certamente todos os que já são usuários conhecem) é como criar um atalho.
É realmente bem simples. Quando você executa um programa e aparece o quadrado no canto inferior esquerdo, é só você arrastá-lo para perto do Dock ou do Clip e pronto!
É, ainda falta explicar algumas coisas básicas mas com isso já dá pra brincar um pouco. ;-)
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