
Criei um conjunto de temas para o Wmaker Cyaneus. Se você quiser deixar seu desktop personalizado, é só utilizá-los.
É um conjunto fechado de temas, na verdade. Ou um mesmo tema para vários programas:
O tema para Window Maker deve ser descompactado dentro do diretório GNUstep/Library/WindowMaker/Themes no seu diretório pessoal. Com isso, ele já deve estar disponível no menu de temas do seu Window Maker.
Para instalar o tema no GDM, baixe o arquivo correspondente na lista abaixo e chame como root o gdmsetup e instale o tema a partir dele.
Para o GRUB, salve o arquivo WmakerCyaneus.xpm.gz no diretório /boot/grub/splashimages. Você precisará mexer no /boot/grub/menu.lst. O GSIS pode te ajudar nisso.
Minha idéia com isso foi ter um visual consistente na entrada, desde o boot, mostrando nosso ambiente de trabalho preferido. Espero que gostem do resultado. :-)
Estarei fora uns dias, em Salvador. Volto em breve...
EyeOS é um Sistema Operacional para Web, ou seja, um daqueles programas que tentam montar um desktop como uma aplicação web e assim executar vários programas web como se fossem janelas de um desktop local. É, acho que não estou conseguindo explicar direito, então confiram diretamente o demo do projeto.
O que tenho de novidade é que decidi adotar o eyeOS para minhas anotações web. E fiz um tema para o ambiente que simula um pouquinho o visual do Window Maker. Está em anexo e aqui mostro como fica o eyeOS com esse tema:
O papel de parede foi montado por mim também e fiz em duas versões: a do tema, que traz o logo do eyeOS, e uma versão com o logo do Wmaker Cyaneus. Veja em anexos.
E se você gostou da idéia, você pode instalar eyeOS em um site seu pois é um Software Livre. Ou pode usar o serviço do eyeOS Free Server.
Utualização: o papel de parede não estava na proporção 4x3. Modifiquei-o agora. Ah, ele fica muito bem com o estilo Autumn, que já vem com o Window Maker. ;-)
Uma janela que mostre pastas e arquivos. É assim que começa a descrição das funcionalidades esperadas de um Gerenciador de Arquivos. Mas isso não resume a ópera.
Além de mostrar arquivos e pastas, é preciso que o gerenciador de arquivos seja capaz de associar de maneira simples o tipo de arquivo (por extensão) aos programas utilizados para abrí-lo.
Acho que isso era o básico até pouco tempo atrás, antes de aparecerem os pendrives...
Sim, com a chegada do hal, o recurso que detecta e gerencia internamente os dispositivos em GNU/Linux, ficou difícil viver sem um software que utilize tal funcionalidade para, de forma quase mágica, montar os dispositivos assim que os conectamos ao computador e permitir formas mais simples de desmontá-los também.
Antes dos pendrives, o Window Maker oferecia um dock para montagem de dispositivos. Um dock que acessa o arquivo /etc/fstab e cria a forma mais eficiente que já conheci de montagem manual. Mas hoje...
Para gerenciar arquivos há muitas opções, mas o que fazer com os pendrives?
Hoje, ao invés de trazer uma resposta, vou deixar esta questão pendente. Como vocês a contornam? Acham realmente importante o gerenciamento de dispositivos?
P.S.: A imagem que ilustra este post está disponível em 1024x768, ótimo para papel de parede, em anexo. Eu a obtive na Galeria The Software Home, onde há mais algumas imagens interessantes.
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