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A Interface do Window Maker

Este é o aspecto do Window Maker, sem nada

Algumas regras básicas sobre o Window Maker. Primeiro, como você pode notar na imagem acima, há três áreas onde podem aparecer esses quadradinhos. Cada uma delas tem uma função diferente.

Se você já utilizou ambientes gráficos em Unix (GNU/Linux, por exemplo), já deve estar familiarizado com o conceito de áreas de trabalho. O Window Maker, quando executado pela primeira vez na sua conta de usuário, terá apenas uma área de trabalho, mas ele permite criar outras. Na verdade, creio que utilizar várias áreas de trabalho é o primeiro passo para melhorar a produtividade em um ambiente gráfico, mas isso é minha opinião pessoal.

Voltando à interface... No canto superior direito você encontra o Dock, que é o quadrado com o logotipo do Window Maker. O Dock será sempre o mesmo em todas as áreas de trabalho, assim, todos os quadrados que estiverem colados nele aparecerão em todas as áreas. Você só pode colar verticalmente no Dock, não pode colar do lado dele. Seu papel é como o da barra de tarefas: quando você maximiza uma janela, a menos que você já tenha mexido na configuração do Window Maker, ele permanecerá visável.

No canto superior esquerdo você encontra o Clip. Note que o clip tem um número, um nome e duas setas, em diagonal. O número e o nome se referem à área de trabalho atual. As setas lhe permitem ir para outras áreas de trabalho. Você também pode colar quadrados no clip mas, diferente do Dock, o Clip é próprio de cada área de trabalho. Assim, se você cola um atalho para o BrOffice.org Writer no Clip na área de trabalho 1, ele não estará disponível na área de trabalho 2 e em nenhuma outra, só na 1. Você pode colar quadrados tanto na vertical quanto na horizontal ao redor do Clip.

É interessante você colocar os quadrados mais importantes no Dock e aqueles mais específicos no Clip.

Sempre que você executa um programa, aparece no canto inferior esquerdo um quadrado para aquele programa (a menos que você já tenha criado um atalho para ele). Esta é a função dessa área inferior esquerda.

Bom, chamei tudo de quadrado. Quadrado pra lá, pra cá... Mas isso foi por uma razão: o quadrado pode ser tanto um atalho para um programa quanto um DockApp, um programa que roda dentro do quadrado. DockApps têm função parecida com os desklets, epplets, applets, dashboards, etc, etc, que hoje estão fazendo o maior sucesso mundo afora. Mas DockApps são bem mais leves, com área limitada, sempre visíveis (se você os coloca no Dock) e existem há muito mais tempo. Outro dia a gente fala mais de Docks, ok?

Além de entender a interface, o recurso inicial do Window Maker que todo mundo deve aprender (e que certamente todos os que já são usuários conhecem) é como criar um atalho.
É realmente bem simples. Quando você executa um programa e aparece o quadrado no canto inferior esquerdo, é só você arrastá-lo para perto do Dock ou do Clip e pronto!

Criando atalho no Window Maker

É, ainda falta explicar algumas coisas básicas mas com isso já dá pra brincar um pouco. ;-)

Comments

Não entendi uma coisa...

Bardo, você fala que "(...)quando você maximiza uma janela, a(...)". Mas, o wmaker não tem "botão para maximizar" (eu nunca achei :D)

Parabéns pelas dicas!

[]'s

Maximizando

Nem tudo que um gerenciador de janelas permite fazer a uma janela ele apresenta um botão. Por exemplo, no GNOME e KDE você pode jogar uma janela para outra área de trabalho. Para maximizar uma janela, clique na barra de título com o botão direito do mouse e escolha a opção "maximizar". Você pode criar um atalho de teclado para facilitar esse procedimento. ;-) []s

Como faria pra criar esse

Como faria pra criar esse atalho ???
valeu
wal

Para criar o atalho você

Para criar o atalho você tem que executar o programa de configuração do wmaker, chamado
WPrefs. Em uma das abas de configuração desse programa, é possível definir as teclas de atalho (veja o ícone que mostra um teclado).